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URBANO Bike elétrica é uma boa mesmo?
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As e-bikes nunca estiveram tão boas, práticas e eficientes: aproveite!

Bike elétrica

Aceite: elas vieram para ficar. Embora algumas pessoas ainda torçam o nariz para a “novidade”, basta dar uma voltinha em uma bike elétrica para abrir aquele sorriso e se convencer de que se tratam de modelos aliados do treino, da mobilidade urbana e totalmente compatíveis com quem ama pedalar.

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A “moda” das e-bikes não está acontecendo à toa. Em primeiro lugar, sua qualidade melhorou muitos nos últimos anos. É até mais preciso falar hoje em “pedal assistido”, já que as novas tecnologias criam uma experiência muito similar ao pedalar tradicional. Porém, facilitam a transposição de subidas e obstáculos ou dão mais autonomia para o ciclista – sem alienar totalmente o esforço necessário para movê-la.

Marcelo Catalan, gerente da Specialized, gosta de enfatizar que, ao contrário da ideia de muita gente, a elétrica “não é uma bike para preguiçosos”.

A marca norte-americana, que tem investido pesado nessa linha, conta com cerca de dez modelos de e-bikes e, como as principais fabricantes do setor, também desenvolveu versões de alta performance voltadas não apenas para a mobilidade urbana, mas para o mountain bike.

Outras empresas seguem na mesma linha, incluindo as nacionais, como a E-Moving e a Caloi, que lançaram urbanas desenvolvidas aqui com componentes importados e proposta de custo-benefício mais amigável. Enquanto uma e-bike para cidade da Specialized, por exemplo, sai por R$ 26.000 (modelo Turbo Como 4.0), uma E-Moving pode variar entre R$ 4.200 e R$ 6.500.

O “PULO DO GATO” da bike elétrica

O “PULO DO GATO” das elétricas é que a maioria sequer funciona se você não pedalar. Apenas uma pequena parte dos modelos atuais tem a opção de acelerar um motor elétrico e rodar como se fosse uma moto. Em todas as outras, quanto mais você pedala, mais ela te ajuda. No caso da Specialized, Marcelo conta que a marca optou por fazer o desenvolvimento da tecnologia internamente. “O software, motor e bateria são 100% nossos.

Isso trouxe o resultado que a gente queria: a sensação de realmente estar pedalando. É andar de bike, porém se sentindo um pouco mais forte”, diz ele. “Os engenheiros são ciclistas e trabalham o algoritmo de suporte da potência imitando a pedalada natural. Por isso são modelos tão responsivos”, explica. O restante do mercado segue o mesmo padrão, com níveis de qualidade, preço e eficiência tecnológica para diversos tipos de bolsos e necessidades.

Assim as elétricas continuam mantendo a essência do que é uma bicicleta: uma máquina que, por meio do giro da pedalada, aumenta a eficiência humana no deslocamento. “O atleta de mountain bike que quer treinar acaba pedalando mais: quem sai para uma trilha de 40 km pode fazer 80km e trabalhar a técnica. Se o objetivo for se exercitar, você faz bastante esforço e roda muito mais”, explica.

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E as bikes elétricas urbanas?

As urbanas seguem a mesma lógica. É possível controlar o nível de esforço, o que acaba sendo uma excelente forma de ir para o trabalho pedalando e não chegar suado, ou ainda de conseguir ir de bike mesmo em dias de cansaço.

De modo geral, as urbanas têm menos arranque e menos torque. As elétricas vendidas no Brasil seguem a legislação nacional sobre o assunto, que estabelece que o pedal assistido não pode passar de 25 km/h ou 250W em vias urbanas. Para andar na terra com pedal assistido, não existe limite estabelecido por lei ainda.

Em ambos os casos, independentemente da velocidade em que o pedal assistido pare de funcionar, a bike pode ir mais rápido que isso por causa da força do ciclista. Em uma descida, por exemplo, ela segue sem assistência. Ou, caso a pessoa pedale forte acima da velocidade do limitador de assistência, a bike continua no ritmo que o ciclista for capaz de manter “na perna”.

Essas características têm conquistado para as e-bikes um público variado, incluindo aqueles com algum tipo de dificuldade permanente ou temporária, como uma lesão, além dos que estão retornando à atividade física depois de uma fase sedentária.

“Muitas pessoas adotam a elétrica como uma primeira etapa para depois voltar para a bike tradicional”, conta Marcelo. Idosos ou mesmo pessoas que nunca se imaginaram pedalando podem acabar tendo uma experiência prazerosa, que pesa na decisão de abraçar o esporte posteriormente.

Bicicleta elétrica para treino

Quem treina forte também pode tirar enorme vantagem do uso específico das e-bikes. O giro extra feito em uma elétrica não interfere tanto no volume de uma planilha de treino. Um mountain biker de downhill, por exemplo, tem a opção de andar uma mountain bike elétrica em treinos técnicos e fazer mais vezes uma descida do que com um versão tradicional.

Além disso, é uma ótima ferramenta para treinos e aulas de técnica: tirando o foco do esforço físico, o ciclista pode desenvolver melhor habilidades de pilotagem e, depois, tendo dominado as manobras, repetir o mesmo percurso em uma bike tradicional.

As novas elétricas são compactas e bem mais leves que as gerações anteriores. Do ponto de vista da engenharia, os motores foram transferidos para o movimento central. E as baterias estão menores, mais leves e eficientes. “A gente tem clientes que costumeiramente usam as MTBs elétricas no modo econômico e que rodam uns 80 km. Lançamos uma bateria que oferece 40% mais alcance que as anteriores. Dá para passar a semana inteira indo para o trabalho sem precisar recarregar”, conta.

Pontos importantes da bike elétrica

Há algumas desvantagens, claro. Com relação aos modelos tradicionais, as e-bikes costumam pesar entre 7 e 8 kg a mais. No caso de a bateria descarregar totalmente, ela funciona como uma bicicleta normal – porém bem mais pesada.

O próximo passo na evolução dessas bikes será, provavelmente, em relação  à autonomia. Estudos sobre motores para carros elétricos, como o Tesla, tem ajudado no desenvolvimento das versões elétricas, que devem ver suas baterias diminuírem de tamanho nos próximos, sem perda de potência.

A simplificação de componentes trouxe outra vantagem: a manutenção mais fácil. As partes elétricas que podem dar problema são o motor, bateria e o fio que faz a junção entre eles. Os consertos são similares a qualquer veículo movido bateria, como um câmbio eletrônico, por exemplo. As principais marcas já contam com aplicativos de diagnósticos que apontam diretamente o que está errado e ainda permitem ajustar os parâmetros do motor, fazendo-o trabalhar mais forte ou economizar para um dia em que você precisa de mais autonomia. Os demais componentes da bike seguem idênticos aos de uma tradicional.

Em resumo, é uma bike que te ajuda a passar mais tempo pedalando. Não é isso que todo mundo quer?

CONFIRA UM MINI GUIA COM AS E-BIKES VENDIDAS NO BRASIL 

Sense Impulse e-Urban 

Com rodas aro 27.5 e visual modernoso, esse modelo da marca brasileira oferece muito por um preço mais camaradas que as importadas. Seu sistema de motorização rende até 350 Wh, e a transmissão é Shimano de 8 velocidades. 

Caloi e-Vibe City Tour 

Quadro de alumínio, suspensão RockShox Paragon e motor Shimano E6002 com potência de 250 watts fazem da versão elétrica da City Tour uma magrela de alumínio versátil com 9 velocidades. O câmbio traseiro é Shimano Acera. 

Trek Dual Sport Feminina 

Feita para as mulheres, essa bike vai do asfalto para a terra sem decepcionar. Vem com um confiável sistema de transmissão Bosch, suspensão dianteira, iluminação dianteira, câmbio traseiro Shimano Deore e um visual surpreendente.

E-Moving Comfort

Essa é a E-Bike mais vendida da E-Moving, conhecida também por seus alugueis de bike. Tem aro 26, 7 marchas, quadro rebaixado e pesa aproximadamente 23Kg. Atinge em média 25 Km/h (Como manda a lei brasileira) sem te deixar na mão.

Specialized S-Works Turbo Levo 

Eis aqui a joia das mountain bikes elétricas (como o próprio preço indica). O quadro é de carbono, com motor customizado da marca, 15% menor e 11% mais leve que o modelo anterior. A bateria tem capacidade para 700 Wh e chega a 32 km/h. O câmbio traseiro é o SRAM XX1, de 11 velocidades. Um luxo. Agora é só decidir que bike comprar!

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